A vida precisa ir em frente. Bruno Barreto e sua mãe, Lucy Barreto, sabem disso. Como grandes realizadores que são do audiovisual, entendem que a engrenagem desta indústria segue. O cineasta e a produtora fizeram sua primeira aparição pública após a perda do patriarca do clã, Luiz Carlos Barreto (1928-2026), que, ao lado de Lucy, ajudou a dar ao nosso cinema a dignidade que ele tem até hoje.
Bruno e Lucy prestigiaram, na noite da última terça-feira (28), nova exibição de “Bossa Nova”, filme realizado por ele em 2000. O evento, para convidados, foi promovido no Rio de Janeiro pelo Latin American Training Center (LATC) em parceria com o Comitê de Entretenimento e Turismo da Amcham Rio, o Conselho Empresarial de Assuntos Culturais da ACRJ e a LC Barreto, produtora da qual Lucy é fundadora.
A presença da matriarca foi festejada por todos e, à mulherada mais curiosa, digamos assim, Lucy revelou o segredo da sua boa disposição: sessões de hidroginástica três vezes por semana, que tal?
No mais, “Bossa Nova” corrobora a excelência da filmografia de Bruno Barreto, diretor que elenca em sua trajetória grandes feitos como “Dona Flor e seus dois maridos”, “Romance da empregada”, “O que é isso, companheiro?” e, mais recentemente, “Flores raras”. Este pode, aliás, ser classificado como um filme-poema, tal e qual “Bossa Nova”.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Marco Rodrigues (imagens)











