Uma leitura poética vai bem com um instrumento singelo, certo? Para Eucanaã Ferraz, uma bateria vem muito bem a calhar. E não uma qualquer, mas a de Domenico Lancellotti. Inusitado? Sim e não. Afinal, se a bateria é um instrumento rítmico, ela é perfeita em se tratando de poesia.
O poeta e o instrumentista têm um encontro marcado nesta terça (23), às 20h, no Manouche, o simpático clube da Casa Camolese. Ali, Lancellotti acompanhará o escritor na leitura do seu mais novo livro, “Aramão”. Batizada de “Tudo era um: Terra-Céu-Caos”: “Aramão”, o livro”, a noite seguirá a divisão da obra e se desdobrará em duas partes.
Na primeira delas, haverá a leitura de um longo poema, no qual fatos relacionados à História da humanidade mesclam-se a relatos (auto) biográficos. Após um intervalo, a dupla volta à cena para a parte final, calcada nas leituras do poema “História da arte” e de um conjunto de versos sobre a figura de um faquir.





