A felicidade tem cor? Sim, e Lilia Refle sabe bem disso. Tanto que a questão é colocada pela autora já no título do seu quarto romance. “A cor da felicidade” (Patuá) foi lançado, no último sábado (08), e levou amigos e familiares da escritora baiana ao Recipiente Porongo, espaço cultural híbrido de bar, galeria de arte e casa de festas em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro.
— O romance nasce do desejo de provocar reflexões sobre os destinos socialmente impostos e a educação como possibilidade de transformação – pontua a romancista, que, como a personagem central da trama, almejou ascender através do conhecimento e da educação, fundamentais a qualquer cidadão.
Crédito das imagens: Selmy Yassuda







