Reza o ditado que a bonança vem após a tempestade. E durante a tormenta? No caso de Thomaz Velho, ela pode ser plena – de cores e de afetos. E o designer teve uma prova disso, na noite da última quarta-feira (12), quando abriu, na Casa Brasil, Centro do Rio de Janeiro, sua “Tormenta”, exposição com que faz sua estreia como artista visual.
A família do artista fez-se toda presente. A começar pela mãe, a atriz e apresentadora Cissa Guimarães, e seus dois irmãos, o ator João Velho e Lara Velho – ela, fruto do primeiro casamento de Paulo César Pereio (1940-2024), com a atriz Neila Tavares (1948-2022). A mulher de Thomaz, a empresária Andréa Brito, ajudava a fazer as honras, e as filhas do casal, Felipa e Aurora, aproveitaram a amplitude do local para brincar e se divertir.
O espaço cultural recebeu também a mostra “Entretempos”, de Eloá Carvalho, e o vaivém pelo local foi intenso, com personalidades das artes visuais, do teatro e da TV se reencontrando e colocando os assuntos em dia.
O teatro foi muito bem representado por dois mestres do segmento: os diretores Hamilton Vaz Pereira e Gilberto Gawronski. E do ramo das artes visuais, pintaram por lá Cabelo, Rénan Machado e Carolina Kasting, que não abandonou seu trabalho de atriz – e ela, sempre que indagada, faz questão de deixar isso claro.
Nesses tempos de mudanças climáticas, a “Tormenta” de Thomaz foi agitada. Sim, muito, mas o abalo provocado por ela não causou estragos, pelo contrário: ajudou a arejar muitos dos pensamentos.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Cristina Granato (imagens)














