‘A empatia foi imediata’

março 4, 2026

Lucina e Ana de Hollanda cantam juntas pela primeira vez em single e falam do que levam-nas a compor

Refinamento é uma característica em comum entre Lucina e Ana de Hollanda. Artistas que começaram a trilhar seus caminhos nos anos 1970, elas já compuseram juntas algumas vezes. Mas ainda não calhara de cantarem untas.

E isso se dá agora com “Rio, verde e mar”, parceria da dupla que chega às plataformas e em cuja gravação elas finalmente dividem os vocais. O single sai pela Biscoito Fino com os arranjos vocais e o do violão assinados pela própria Lucina, que enviou a melodia à amiga no ano passado.

– A empatia foi imediata, e Ana, com sua poesia mais que especial, deu vida à essa obra – celebra Lucina destacando a singeleza do resultado:  –  A gravação é simples, mas creio que vai tocar no fundo do coração de quem a escutar.

E o que Lucina chama de “poesia mais que especial” surgiu a partir das imagens sugeridas à letrista pela melodia, como conta Ana, cujo álbum de estreia foi lançado em 1980, abrindo a década que marcaria ainda a aproximação entre as duas artistas.

–  Como quase sempre acontece, o que me traz a ideia de letra são as imagens que a melodia insinua. E, neste caso, foi exatamente isso que se deu: visualizei e me senti em cada praia do Rio, com as suas características, parando, é claro, em Copacabana, a Princesinha, a dama que é a marca de “Rio, verde e mar “– arremata Ana, que, em 2021, batizou com uma parceria da dupla o álbum que, até então, é o seu derradeiro, “Vivemos”.

 

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