Foi uma proeza – e que fez jus ao nome do espaço. A Casa Proeza celebrou seu primeiro aniversário reunindo, no último sábado (25), talentos das mais variadas vertentes: das artes visuais, da arquitetura e das artes e da vida social do Rio de Janeiro. E uma reunião levou a outra, digamos assim.
Esses nomes prestigiaram o espaço, no Centro da cidade, em razão da mostra aberta por lá: a coletiva “Proeza recebe”, que, a partir da curadoria de Cecília Fortes, traz obras de artistas com ateliês naquele entorno ou mesmo naquela região.
E o vaivém foi grande. As artes visuais fizeram-se representadas por Luiz Zerbini, Maria Klabin e por Afonso Tostes. Da arquitetura, Bel Lobo e Miguel Pinto Guimarães. A abertura foi prestigiada ainda pelo secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha, pelo ás da iluminação de espetáculos Maneco Quinderé e por um nome da música (e agora também do cinema) como o cantor e compositor Mosquito.
E são misturas como essas que fazem do Rio único, não é mesmo?
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Renato Wrobel (imagens)









