Belezas acesas

janeiro 11, 2026

Quinhones recria parte do cancioneiro de Jorge Mautner em show às vésperas de o mestre completar 85 anos

Ele já foi Quinho e, sob essa alcunha, realizou coisas bacanas como um tributo a Marina Lima, concretizado no EP “Quinho canta Marina”, e o álbum “Centelha”, lançado em 2022. O nome artístico mudou. Agora é Quinhones e, como tal, ele continua fazendo coisas bacanas.

Um deles é um merecido tributo a Jorge Mautner, um dos baluartes da vanguarda que agitou a Geleia Geral Brasileira nos anos 1970. O autor de “Chuva Princesa” é celebrado pelo jovem cantor no show “Doce Dionísio”. A primeira apresentação do projeto acontece no Manouche, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15), dois dias antes de o homenageado completar 85 primaveras.

A apresentação contará com a participação mais do que especial de Letrux – ela que, mais do que a Mulher-Girafa é a própria a Mulher-Vanguarda. E o roteiro terá obras-primas compostas por Mautner juntamente com Nelson Jacobina (1953-2012) como “Vampiro”, lançada originalmente por Caetano Veloso, e “Lágrimas negras”, imortalizada por Gal Costa (1945-2022) em 1974.

Sim, belezas são coisas acesas por dentro.

Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e divulgação (imagem)

MAIS LIDAS

Posts recentes

Encontro de notáveis

Salgado Maranhão reúne grandes nomes das Letras em lançamento de coletânea no Rio de Janeiro

Veio para ficar

Flora Camolese reúne talentos da sétima arte em cineclube e mostra que quem sai aos seus não degenera

‘Interpretar Cássia é um desafio’

Luisa Arraes brilha no cinema e fala da parceria com Jorge Furtado, do desafio que será viver Cássia Eller e sobre impor-se como artista e mulher no audiovisual