Som na caixa!

abril 26, 2024

Personalidades de diferentes áreas festejam aniversário de casa de shows no Rio de Janeiro

Uma noite arrebatadora. E a receita para tanto dá-se com dois ingredientes: um show impactante e um elenco entrosado, de amigos ou mesmo conhecidos que se querem bem. Essa foi a tônica da comemoração pelos seis anos do Manouche, o clube da Casa Camolese, no bairro do Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro. Não houve bolo, mas a cereja  foi o show “Coisas acesas por dentro”, com que Filipe Catto relê com deferência parte do repertório de Gal Costa (1945-2022).

E muita gente bacana foi abraçar, na noite da última quinta-feira (25), o casal Cello Camolese e Zazá Piereck, assim como Alessandra Debs, diretora artística da casa. De Dom Joãozinho de Orleans e Bragança a Barbara Paz, de Thereza Eugênia – certamente a maior fotógrafa viva da nossa música – aos empresários Leo Haus e Mário Canivello.

Filipe abre a apresentação com “Lágrimas negras”, canção de Jorge Mautner (por onde ele anda?) da qual saiu o verso que dá título ao show. A partir de “Tigressa”, de Caetano, o público é tomado por uma espécie de hipnose cujo clímax se dá com “Nada mais”, versão de “Lately”, interpretada com muita competência pela artista.

E, sim, podemos ser felizes. Cissa Guimarães e Fernanda Abreu, que nada têm de bobas, foram para a galera assistir de perto, atentas a cada nota e aos movimentos de Filipe. Não à toa são as artistas que são.

Dois novos solteiros no pedaço: o artista visual Raul Mourão e o produtor Guilherme Coelho. Lá pelas tantas, Vanessa Bueno, ex de Guilherme, adentra o salão, e os amigos (de ambos) agiram rápido para que não se instaurasse nenhum mal-estar.

Afinal, como reza uma das máximas de Shakespeare, termina bem o que começa bem.  E o astral da noite foi como há muito não se via no Rio.

Crédito das imagens: Cristina Granato

MAIS LIDAS

Posts recentes

Encontro de notáveis

Salgado Maranhão reúne grandes nomes das Letras em lançamento de coletânea no Rio de Janeiro

Veio para ficar

Flora Camolese reúne talentos da sétima arte em cineclube e mostra que quem sai aos seus não degenera