Pérola negra

março 21, 2026

Estreia de musical que celebra a vida de Zezé Motta reúne personalidades em São Paulo

“Muito prazer, eu sou Zezé/ Mas você pode me chamar como quiser”. Com essas palavras, Zezé Motta mostrava uma outra de suas belas facetas: a de cantora, tão grande quanto a atriz que, naquele 1978, já era querida pelo público. “Muito prazer, Zezé” batizou o primeiro LP solo da artista a partir da canção presenteada a ela por Rita Lee (1947-2023) e Roberto de Carvalho.

Quase 50 anos depois, aquela canção dá título a outro projeto relacionado à estrela: um musical sobre sua trajetória. “Prazer, Zezé” é idealizado por Toni Brandão e encenado por Débora Dubois com produção de Bianca De Felippes.

E a montagem fez sua estreia nacional, na noite da última sexta-feira (20), no Teatro Raul Cortez do Sesc 14 Bis, em São Paulo. A apresentação contou com a presença da grande homenageada – que não segurou o choro – e de personalidades como as atrizes Denise Stoklos, Alessandra Maestrini, Virgínia Cavendish e Vera Zimmermann, a “Vera Gata” da canção de Caetano Veloso (assim como a própria Zezé é uma das musas de “Tigresa”).

O espetáculo estreou com os produtores sorrindo de orelha a orelha. Tudo porque os ingressos estão esgotados até 21 de abril, que tal? Finda a sessão, Zezé foi chamada às falas e, tomada pela emoção, preferiu cantar, brindando os presentes com “Missão”, levada à capella.

E a cantriz deixou o teatro sob forte ovação, como merece esta monarca cujo reinado completa  seis décadas. A ela todas as homenagens. Salve, rainha!

Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Cristina Granato (imagens)

Zezé Motta entre Denise Stoklos e Alessandra Maestrini
Presenças: Gabriel Chalita e José Possi Neto
Virgínia Cavendish, Vera Zimmermann e Ana Abbott
DJ Zé Pedro
Zezé entre Bianca De Felippes, Toni Brandão e Débora Dubois
Rodrigo França e o empresário da artista, Vinícius Belo

Posts recentes

Na grande área

A atriz italiana Barbara Ronchi desembarca no Brasil para participar de festival de cinema com produções europeias

‘O melhor que conheci’

Artistas fazem nas redes sociais tributos a Moogie Canázio, engenheiro de som que morreu aos 70 anos