O nome da rosa

maio 5, 2023

Renata Egreja discute o feminino e questões de gênero em sua primeira individual no Rio de Janeiro

Uma profusão de cores é o que Renata Egreja reserva ao público na sua primeira individual no Rio de Janeiro. E elas estão pelas paredes, nas telas da artista paulistana, e nas cerâmicas criadas especialmente para a ocasião. As obras compõem “Nem toda rosa é rosa”, que ela inaugurou, na noite da última quinta-feira (04), na Galeria Cássia Bomeny, em Ipanema, Zona Sul da cidade.

A artista parte de um símbolo comumente associado às mulheres, o da rosa, para refletir sobre questões de gênero – tema ao qual se dedicada há muitos anos. E muita gente bacana foi conferir o que ela tem a mostrar.

–  O que se tem aqui é, de fato, uma artista que reivindica seu lugar e o faz por meio de iconografias circunscritas ao feminino, a fim de esgarçar os limites deste adjetivo no campo pictórico –  comenta Paula Borghi, curadora da exposição.

Crédito das imagens: Cristina Lacerda

A artista Renata Egreja entre Pedro Guimarães e Nando Grabowsky
A galerista Cássia Bomeny e o crítico de arte Felipe Scovino
Claudio Cadeco, Kelsy Hardt e Beto Silva
Guilherme Mello e Paula Baltar

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