Em outros tempos, a cena de um baiano puxando um trio elétrico, poucos dias após o fim de fevereiro, remeteria ao Carnaval. A saudosa lembrança, contudo, nada tem a ver com a próxima aparição pública de Caetano Veloso.
Desta vez, a imagem será longe da já cantada Praça Castro Alves, das batidas do Olodum. Nada também de dendê.
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