Há uma regra protocolar segundo a qual todo ex-presidente da República deve ser tratado como presidente, mesmo afastado do cargo. No caso de Dilma Rousseff, vítima de um golpe arbitrário e ilegítimo quando exerceu o mais alto posto do Poder Executivo do país, tratá-la como presidente é mais que um ato de respeito; de reparação histórica.
E assim ela foi tratada, na noite da última quarta-feira (09), quando a hoje presidente do Novo Banco do Desenvolvimento (NBD), popularmente conhecido como Banco dos BRICS, foi a figura central de jantar oferecido pela jornalista Hildegard Angel e pelo engenheiro Francis Bogossian na residência do casal, no Rio de Janeiro.
Participaram do encontro empresários – dois deles estrangeiros – e autoridades das áreas Política, Educacional e de Comunicação. Entre as presenças, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante; o reitor da UFRJ, Roberto Medronho, o jornalista Leonardo Attuch, diretor do Brasil 247, portal no qual Hilde brilha com suas entrevistas.
À mesa também Huang Yehua, empresário do setor petrolífero chinês, e Li Bo, editor-chefe do jornal Guancha. Na ocasião, Dilma teve oportunidade de reencontrar três de suas ex-ministras: Tereza Campello (Desenvolvimento Social), Katia Abreu (Agricultura) e Izabella Teixeira (Meio Ambiente) e hoje cidadã do mundo devido a seu notório saber sobre as questões climáticas.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Verônica Pontes (imagens)










