Adriane Galisteu tem aquilo que os anglófonos chamam de star quality. A apresentadora pode chegar a um lugar de cara lavada, vestida num look básico que, ainda assim, catalisará as atenções. Se estiver exuberante, então, não terá para mais ninguém. E assim foi no Carnaval, quando Adriane – acompanhada pelo marido, Alexandre Iódice, e pelo filho do casal, Vittorio – curtiu a folia em solo carioca, abrilhantando um baile de máscaras e um camarote na noite das campeãs.
A TV é um terreno que ela domina – e muito. E ela deu mais uma prova disso em recente edição de “A Fazenda”, o reality show exibido pela Record desde 2009 e comandado por ela de 2021 para cá. Como o ano começa oficialmente após o Carnaval, a apresentadora conversou com NEW MAG sobre alguns dos seus anseios artísticos, e eles incluem também uma possível volta à ribalta.
– O teatro é a coisa mais importante para mim. Eu nunca me esqueço dele.– confessa Adriane com um brilho a mais nos olhos.
Lembrada do privilégio de ter sido dirigida por Bibi Ferreira (1922-2019), eterna dama da cena, no clássico “Deus lhe pague” (1999), Adriane chega a ficar com a voz embargada. A lembrança corrobora sua ligação com o palco, como ela reitera:
– Essa experiência foi um sonho, sabe? Jamais vou deixar o teatro. Quero voltar correndo para o teatro.
As experiências no campo da interpretação incluem também as novelas. Os folhetins estão no radar de Adriane, mas os fãs da artista terão de esperar por mais algum tempo até vê-la abrilhantando uma obra de teledramaturgia:
– Voltar às novelas me interessa, mas isso pode esperar um pouquinho, né? Tenho um programa a apresentar e quero honrar o compromisso que tenho com a emissora.
O formato mais sucinto das chamadas novelas verticais, centradas num único núcleo, interessam – e muito – a apresentadora.
– Passei por essa experiência na pandemia e foi maravilhoso. Gostaria de voltar – arremata.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e divulgação (imagem)





