Encontro de gerações

maio 31, 2026

Marisa Monte prestigia o filho Mano Wladimir na abertura de coletiva no Rio de Janeiro

Comumente avessa a estreias e a grandes badalações, Marisa Monte deixou a corujice sobrepor-se a discrição. A grande cantora prestigiou a abertura da exposição “Ademais, tão distante”, no Rio de Janeiro. E teve uma razão mais do que especial para tanto: seu filho, Mano Wladimir, participa da mostra juntamente com outros jovens talentos das artes visuais.

A coletiva leva ao Largo das Artes obras de Ian Raposo, Marina Sader, Antonio Kuschnir, Edu de Barros e Eduardo Baltazar, além do próprio Mano. O vernissage, na tarde do último sábado (30), contou ainda com pocket show de Loulu Gilberto, caçula de João Gilberto (1931-2019) e fruto do relacionamento do cantor com Claudia Faissol.

A estreante não se intimidou com a presença de Marisa, de quem é fã, e manteve-se serena ao longo das duas músicas apresentadas. Já a veterana acompanhou a performance ao lado do artista visual Marcos Chaves.

E Marisa não precisou repetir a Loulu o conselho ouvido do pai desta, num telefonema lá em 1987, horas antes de ela fazer sua estreia musical no Rio de Janeiro. Loulu traz consigo o tal “speak low” que João tanto presava – e dominava.

É como reza o ditado: quem sai aos seus não degenera.

Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Renato Wrobel (imagens)

Marisa Monte e Mano Wladimir (na ponta à direita) com Pedro Augusto Monteiro e Francesca Pomposelli, responsáveis pela mostra
Loulu Gilberto canta sob os olhares de Marcos Chaves e de Marisa Monte
Talentos: Ian Raposo, Mano Wladimir, Marina Sader, Antonio Kuschnir e Eduardo Baltazar

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