Ela é um patrimônio de Minas Gerais e, portanto, do Basil. É também uma cidadã do mundo. E dá uma prova disso ao expandir sua arte a um ponto insular no Atlântico Norte. Ana Durães, essa danada, levou sua pintura à Ilha da Madeira. É lá, mais exatamente na Galeria Lourdes, onde a artista, nascida em Diamantina (MG), inaugurou “Agora insular”.
A abertura reuniu, na última quarta-feira (27), autoridades ligadas à Colônia dos Países de Língua Portuguesa (CPLP). Jorge Veiga de França, conselheiro executivo do Conselho Consultivo de Economia local; Medeiros Gaspar, diretor regional da Cultura, e o embaixador brasileiro no CPLP, Juliano Nascimento, estiveram entre os presentes.
Parte significativa das obras expostas foi produzida ali mesmo. A artista cumpriu, em fevereiro deste ano, período como residente naquela galeria. A iniciativa partiu do convite feito à artista pelo engenheiro Aurélio Tavares.
O engenheiro percebeu a exuberância que é latente nas obras de Ana Durães. E tal característica faz dela um dos mais importantes nomes no cenário contemporâneo das artes visuais brasileiras.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Mariana Baeta (imagens)







