A arte Barroca não surgiu no Brasil, mas encontrou aqui terreno para expandir-se rpor diferentes regiões, com especial presença em Minas Gerais e na Bahia. O barroco não é brasileiro, mas merece a cidadania de tão nosso que acabou se tornando. A ponto de vermos suas sementes em escolas artísticas contemporâneas. E uma mostra joga luz sobre este legado, tão vivo e tão nosso.
“Novos Barrocos” ocupa a Flexa, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. E tem a chancela de duas experts quando o assunto é História e quando se trata de exposição. A mostra tem curadoria da historiadora Lilia Schwarcz e expografia da cineasta e videografista Daniela Thomas.
E, como de costume em se tratando de um vernissage na Flexa, o agito reuniu aquela mistura entre artistas, intelectuais, andarilhos e nomes da vida social carioca. Até o sempre reservado Luiz Schwarcs, publisher da Cia das Letras, deu o ar da graça para prestigiar a mulher, Lilia.
Já a Academia Brasileira de Letras fez-se presente pela ensaísta e pensadora Rosiska Darcy de Oliveira e pelo jornalista e escritor Merval Pereira. A cineasta Mini Kerti, a editora Isabel Diegues, a estilista Gilda Midani e Mano Vladimir, jovem talento das artes visuais, foram outros dos nomes que pintaram por lá.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Cristina Granato (imagens)













