Para Flávia Fabbriziani paisagem e memória estão conectadas. E, sob esta premissa, podem trazer elementos factíveis e fictícios. Não importa, desde que o resultado seja efusivo – em cores, sobretudo. Este objetivo é alcançado por ela em “Geografia das memórias”, mostra aberta no Rio de Janeiro.
A exposição é composta por 13 telas nas quais o abstracionismo faz-se presente nestas memórias-paisagens. Sob o olhar criterioso e sensível da curadora Chris Laclau, a mostra foi inaugurada, na última terça (15), na galeria da Cidade das Artes Bibi Ferreira, na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste (pois é, agora tem isso) da cidade.
A artista foi prestigiada por nomes de responsa nos segmentos em que atuam. Entre os presentes, sua colega de ofício Esther Bonder, o superfotógrafo Sérgio Zalis e a estilista Alessa Migani, todos eles parte da geografia afetiva da artista. E é bom mesmo ficarmos nesta ciência, pois a geopolítica, vamos combinar…
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Vera Donato (imagens)










