O cinema é uma arte. E uma indústria. E também uma commodity – e das mais valiosas para o nosso país. E uma prova disso está no que ele movimenta na engrenagem das relações comerciais entre o Brasil e investidores, produtores e realizadores estrangeiros. E muitos deles estarão, em outubro, no Rio de Janeiro.
A razão desse encontro responde por duas palavrinhas de grande força: RioMarket. A edição 2026 do maior encontro de negócios do audiovisual da América Latina (isso mesmo) será realizado entre 1º e 10 de outubro no Armazém da Utopia, na Zona Portuária da cidade.
O evento é o braço de negócios do Festival do Rio e suas rodadas de negócios vão acontecer, entre 05 e 09 do mesmo mês, nos formatos presencial e remoto. E vão envolver representantes do setor de países como Índia, cuja indústria cinematográfica é muito forte, e China, um dos mais importantes parceiros comerciais do Brasil, além de nações como Coreia do Sul, Canadá e França.
E tais rodadas estão alinhadas às diretrizes aprovadas pelo Grupo de Trabalho do Audiovisual no âmbito da Nova Indústria Brasil (NIB), coordenada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
O evento conta este ano com a parceria da Federação da Indústria e Comércio do Audiovisual (FICA). A entidade aproxima o RioMarket de empresas e profissionais da indústria e do comércio audiovisual, ampliando a participação de produtores, distribuidoras e demais agentes das agendas de negociação e no acesso a compradores internacionais.
A programação também integra uma estratégia de fortalecimento dos acordos bilaterais e das relações comerciais do Brasil com mercados prioritários. O objetivo é ampliar a circulação e a exportação de conteúdos brasileiros e atrair investimentos, tecnologias, produções e parceiros internacionais para o país.





