Dizem que notícia não tem hora, mas tem – e ela surge a todo instante. Assim sendo, a labuta do jornalista mais se assemelha ao sacerdócio do que exatamente um trabalho na acepção que conhecemos. O ofício exige dedicação e paciência, independentemente da editoria, seja ela de política ou Cultura, passando por Cidade ou Esportes.
Os louros vão, na maioria das vezes, àqueles que se arriscam. Jornalista com décadas dedicadas ao colunismo e à cobertura de eventos, Luiz Claudio de Almeida já perdeu a conta das noites em que passou no encalço de celebridades nos Carnavais e nas estreias culturais.
Braço direito por anos da querida Anna Ramalho (1949-2022), ele merece muitos aplausos. E recebeu alguns deles esta semana. O jornalista foi agraciado com o Prêmio Yedda Maria Teixeira, em cerimônia realizada no Hotel Fairmont, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro.
A cerimônia é uma iniciativa da Associação dos Embaixadores de Turismo do Rio de Janeiro, com coordenação do turismólogo Bayard Do Coutto Boiteux, vice-presidente executivo da entidade. E a premiação traz no nome referência àquela que teve na resiliência uma de suas marcas. Resiliência também presente no bom jornalismo.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Angela Gastaldi (imagens)






