‘A conta ficava uma fortuna’

abril 20, 2026

Ruy Castro revela como acompanhava jogos do Flamengo fora do Brasil em evento sobre livro que reúne contos acerca do time
Ivan Costa, Marcelo Dunlop, Ruy Castro e André Salviano

Ruy Castro contou como fazia para acompanhar os jogos do Flamengo, seu time do coração, quando morava fora do Brasil. O relato veio à tona em um bate-papo no último fim de semana, na Livraria Belle Époque, no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, com mediação de Marcelo Dunlop.

O encontro girou em torno do livro “Era uma vez Flamengo”, organizado por André Salviano. A publicação é uma coletânea de 22 contos de ficção que exploram a paixão, a identidade e a memória do torcedor rubro-negro.

O evento reuniu torcedores e leitores em clima descontraído. Foi ali que Ruy relembrou a logística quase artesanal para não perder as partidas enquanto vivia no exterior ao lado da escritora Heloisa Seixas. O escritor e jornalista, que fez a quarta capa do livro, viveu por três anos em Lisboa, Portugal, e foi o único jornalista brasileiro a cobrir in loco a Revolução dos Cravos, em 1974.

— Eu ligava para mãe da Heloisa e pedia para ela sintonizar o rádio no José Carlos Araújo (radialista) e eu acompanhava o jogo todo via Embratel. Depois a conta ficava uma fortuna — contou Ruy, arrancando gargalhadas da plateia.

O evento ainda reuniu nomes com ligação direta com a cultura brasileira e o futebol, como Ivan de Souza, filho do cartunista Henfil (1944–1988), e Sasha Rodrigues, neto do dramaturgo tricolor Nelson Rodrigues (1912–1980).

Crédito da imagem: divulgação

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