Ela tem nome de cantora. E, no caso, o de uma grande dama do jazz. E certamente a escolha vem do fato de sua tutora ser também uma cantora – e de renome internacional. Ella é o pet de Bebel Gilberto, uma das pioneiras ao promover, no início dos anos 2000, o casamento entre a música eletrônica e a MPB, em especial da bossa nova, segmento que seu pai, João Gilberto (1931-2019), ajudou a projetar mundo afora.
Ella tem, aos 6 anos, uma vida na qual o tédio passa longe. Fiel escudeira de sua tutora, a cachorrinha acompanha Bebel em programas sociais e até mesmo em eventos fora do Rio de Janeiro. E NEW MAG apurou que Ella tem simplesmente cinco padrinhos.
Isso mesmo. E todos eles são figuras muito queridas não somente por Bebel, claro, como no Rio de Janeiro em si. São eles o ator e diretor Maurício Branco, a diretora de arte Zilda Moskovich, o produtor cultural Zeca Fernandes, o Relações Públicas Bell Bilys e Rodolfo, personal trainer da cantora.
E, de quando em quando, Bebel promove encontros entre a totó e seus padrinhos que podem acontecer no seu apartamento, num bairro da Zona Sul da cidade, ou em outros locais do Rio.
— A Bebel marca, volta e meia, almoços para, juntos, mimarmos a Ella. São encontros sempre divertidos e muito agradáveis – entrega Bilys, recepcionista de alguns dos mais descolados restaurantes da cidade como a Casa Camolese e o Mitsubá.
O bom comportamento é uma unanimidade entre os padrinhos. A característica é apontada por Maurício Branco, amigo de Bebel e de outros nomes da música como Cazuza (1958-1990) e Marina Lima desde os anos 1980.
— Toda as vezes em que estamos juntos ela fica próxima aos meus pés. Ela me protege—observa Maurício Branco, destacando a relevância de Ella em um dos principais festejos do calendário cristão: — Passamos o Natal na casa da minha irmã, e a Ella ocupou um lugar à mesa conosco, uma fofura.
O termo vida de cachorro, comumente associado a uma rotina de dificuldades e privações, não vale para ela, ops!, Ella. O status de estrela não está só no nome que ela traz consigo.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e reprodução/instagram (imagem)





