
Em um de seus principais hits, Guilherme Arantes fala de um “desejo enorme de revolucionar”. revolução é o que ele causou desde quando surgiu na cena musical em 1976. E, cheio de charme e elegância, o cantor e compositor foi laureado com a Medalha UBC. O evento aconteceu na noite da última terça-feira (07), no Cantaloup Living Room, em São Paulo. A honraria, concedida pela União Brasileira de Compositores, celebra grandes nomes da música nacional — e chega a Arantes no ano em que celebra seus 50 anos de carreira. A entrega foi feita por Fernanda Takai, Tulipa Ruiz e pelo diretor-executivo da entidade, Marcelo Castello Branco.
A noite contou com a presença de amigos do homenageado e reuniu nomes da música brasileira em um pocket show dedicado à obra do artista. O pianista franco-brasileiro Aymeric abriu as apresentações, seguido por Jonathan Ferr, que interpretou “Brincar de viver” e “Ballet instrumental”.
Na sequência, Vanessa Moreno, acompanhada por Salomão Soares, deu voz a “Um dia, um adeus” e “Deixa chover”. Tiê e Fernanda Takai também passaram pelo palco, revisitando canções como “Pedacinhos”, “Êxtase”, “O melhor vai começar” e “Coisas do Brasil”, com acompanhamento do pianista Daniel Grajew.
O encerramento ficou por conta do homenageado, que ao piano emocionou o público com clássicos como “Planeta Água”, “Amanhã” e “Lindo balão azul”.
Criada em 2024, a Medalha UBC chega à sua terceira edição. Antes de Guilherme, já foram homenageados Fausto Nilo, em Fortaleza, e Luiz Caldas, em Salvador.
Créditos das imagens: Rafael Sonho Real / LordBull








