O diretor carioca Felipe Sholl, um dos roteiristas de Manas (2024), se mudou para São Paulo em 2010. Nos anos seguintes, enquanto atravessava o luto pela perda do pai, viveu uma jornada íntima marcada pelo uso de drogas e envolvimento com garotos de programa. Esse período inspirou Ruas da Glória, que chegou aos cinemas nessa quinta-feira (2/4).
Leia a íntegra da pauta de Pedro Cards no Metrópoles, parceiro do NEW MAG, em: Ruas da Glória: filme sobre prostituição expõe passado do diretor





