Diversas agências espaciais pelo mundo realizam missões exploratórias com robôs. No entanto, todas elas enfrentam problemas comuns, como atrasos na comunicação entre a Terra e os veículos exploradores e a limitação no envio de dados ao planeta. Por isso, as atividades devem ser planejadas com antecedência, além das máquinas terem que ser estrategicamente eficientes.
Leia a íntegra da pauta de Jorge Agle no Metrópoles, parceiro do NEW MAG, em: Cão robô semiautônomo pode mudar forma de exploração no espaço





