Dizem que filho de peixe, peixinho é. No caso de Anoushka Shankar, um peixão. Ou aquilo que Rita Lee (1947-2023) classificou como “sereia selenita”. Filha do músico Ravi Shankar, ela saiu ao pai e, aos 44 anos, é, como ele, uma sumidade no domínio da cítara, instrumento comumente associado à cultura hindu. Ela, que já fazia suas primeiras apresentações aos 13 anos, pode gabar-se de colecionar 14 indicações ao Grammy ,um dos mais importantes prêmios da música no mundo.
Pois o público brasileiro terá este ano oportunidade de ver de perto se a moça é tudo isso do que falam. A artista fará, em março, suas primeiras apresentações no Brasil. A turnê abarca três capitais brasileiras, sendo duas delas no Sul do país.
O pontapé inicial será dado no dia 21 do referido mês, quando apresenta-se em um festival de jazz em Curitiba (PR), seguindo por Porto Alegre (RS). O encerramento será em São Paulo, onde a artista performa no dia 25/03.
Não será surpresa se, nesta tour brasileira, ela incluir no roteiro uma homenagem à diva folk Norah Jones, sua irmã por parte de pai e para quem, aliás, também colaborou.





