A vida é a arte do encontro, apregoou o poeta Vinicius de Moraes (1913-1980). No caso de Alberto Sabino e Cecília Mello Flores, do reencontro. Dos reencontros, melhor dizendo. Amigos há tempos, o casal vai oficializar a união que já dura 7 anos. A cerimônia será no dia 08 de novembro, em um jantar para familiares e os mais chegados no apartamento dos primos dela, em Copacabana.
O elo entre eles remete inicialmente a quando Alberto nem imaginava que se tornaria um designer respeitado. Ele trabalhava no Banco Lar quando a instituição acabou encampada pelo Chase Manhattan, cujo presidente era… Jorge Oscar de Mello Flôres, pai de Cecília.
O tempo passou e, já estabelecido como designer, recebia de quando em quando a visita da filósofa e agora sua cliente na loja que teve no Fórum Ipanema. Tempos depois, se reencontraram em uma exposição dele no Copacabana Palace. E, em vez de tiro, o disparo foi o da flecha do cupido, como ele conta:
– Marcamos um almoço na Pergula, e as saídas foram se repetindo. Durante a pandemia resolvemos ficar mais juntos, e o relacionamento foi se solidificando.
A serenidade é um dos pilares apontados pelo designer para a sustentação desse reencontro, que se dá quando ambos têm suas bagagens de vida. Serenidade que, segundo ele, vem acompanhada pela alegria.
– É um casamento na maturidade, ambos 70+, que sentiram que a convivência de alguns anos merecia uma celebração com amigos queridos – explica ele destacando ainda: – Queremos ter os melhores momentos com esta união, cuidando um do outro e podendo curtir com serenidade e alegria estarmos oficialmente casados.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Eny Miranda (imagem)





