Vanguarda visual

setembro 24, 2025

José Pedro Croft abre exposição sendo prestigiado por grandes nomes das artes no Rio de Janeiro

“Um poema de arquitetura ideal”. As palavras de Waly Salomão (1943-2003) vêm muito bem a calhar quando se trata do trabalho do artista visual português José Pedro Croft. No caso deste, legítimo representante da vanguarda no seu país, suas obras são poemas de arquitetura ideal, e uma exposição no Rio de Janeiro nos dá prova disso.

Centro e setenta obras do artista (muitas delas gravuras) compõem “José Pedro Croft: reflexos, enclaves, desvios”, aberta com curadoria de Luiz Camilo Osório na noite da última terça-feira (23), no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) do Rio.

A inauguração foi prestigiada por alguns dos mais importantes nomes das artes visuais brasileiras num sinal do quão bem quisto é o artista por cá, ó, pá. Walter Carvalho, Iole de Freitas, Waltércio Caldas, Ernesto Neto e Afonso Tostes passaram por lá, além de nomes da nova geração como Ana Holck, Cabelo e Antonio Bokel.

E como reza aquela canção do Chico, “foi bonita a festa, pá”. E contentes ficaram todos. E arrebatados também.

Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Marco Rodrigues (imagens)

José Pedro Croft com Sueli Voltarelli e Luiz Camillo Osório
Iole de Freitas entre Afonso Tostes e Cabelo
Walter Carvalho e Ernesto Neto
Stella Müller, Paulo Venãncio Filho e Waltércio Caldas
Luiz Carlos e Paula Nabuco
Antonio Bokel, Ana Holke e Cabello
Mauro Saraiva entre Vanda Klabin e Sueli Voltarelli

 

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