Eles merecem (e muito)

abril 22, 2025

Fernanda Torres e Walter Salles serão homenageados pelo Prêmio Grande Otelo de Cinema, o mais importante do segmento no país

Vencedor do primeiro Oscar de filme estrangeiro dado ao Brasil, “Ainda estou aqui” ainda rende merecidas loas a seus realizadores. O diretor Walter Salles e a atriz Fernanda Torres — também vencedora do Globo de Ouro — vão ser homenageados pelo Prêmio Grande Otelo, a mais importante láurea do cinema no país. A festa vai acontecer na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro, no dia 30 de julho.

O filme receberá, através de Walter e Fernanda, o Prêmio Especial Grande Otelo 2025. Apesar de inscritos no Prêmio, a diretoria da Academia Brasileira de Cinema, responsável pela premiação, em decisão unânime, definiu que o filme receberá o título hors concours

— Que ano esse para o cinema brasileiro! Das participações e prêmios nos mais importantes festivais como Cannes, Veneza e Berlim, ao Oscar, nosso cinema viajou pelo mundo. E, mais importante que tudo, está reconquistando o nosso próprio público. A 24ª edição do Prêmio Grande Otelo será o lugar onde celebraremos esses filmes e séries incríveis que fizemos durante o ano. Celebrados por nós mesmos — comemora a presidente da Academia, Renata Almeida Magalhães.

A cerimônia vai entregar 30 troféus em diferentes categorias, como Direção, Ator e Atriz de Longa, e Documentário. A Academia Brasileira de Cinema também indica filmes brasileiros a importantes premiações internacionais, como Goya (Espanha), Ariel (México), Macondo (Colombia), além das indicações em parceria com o SICAV dos concorrentes brasileiros às diversas categorias dos Prêmios Platino. 

— É um orgulho e um privilégio para o Rio sediar mais uma edição do Prêmio Grande Otelo, um evento importante, que há 24 anos valoriza a indústria cinematográfica brasileira. São filmes de diversos gêneros, que mostram a diversidade cultural do nosso país. Este ano, será ainda mais especial, homenageando “Ainda Estou Aqui”, que trouxe o primeiro Oscar para o Brasil. Uma obra que preserva nossa memória, nossa democracia e reverência a todos que fazem cultura no Brasil — conta o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes

Crédito da imagem: reprodução

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