O relato audiovisual de uma história controversa e sensível não pode deixar de exaltar os detalhes de uma época e as particularidades de uma personalidade. Em Priscilla (2023), a diretora Sofia Coppola soube dar espaço para o belo e o questionável, e apresentou figurinos fiéis e bem trabalhados para os personagens de Priscilla Ann Beaulieu (Cailee Spaeny) e Elvis Presley (Jacob Elordi), que se relacionaram do fim dos anos 1950 até meados da década de 1970.
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