Visibilidade internacional

fevereiro 4, 2024

A artista indígena Arissana Pataxó será uma das curadoras do Pavilhão Brasileiro na Bienal de Veneza

Será inclusiva e diversa arte levada ao Pavilhão Brasileiro na Bienal de Veneza. A artista indígena Arissana Pataxó estará entre nossas curadoras no evento, que, na sua 60ª edição, acontece entre abril e novembro, E antes de assumir o papel, ela mostra a artista potente que é. Arissana tem duas de suas telas na coletiva “Ah, eu amo as mulheres brasileiras”, no MAC de Niterói, no Rio de Janeiro.

A mostra, com curadoria de Luiza Testa, reúne 34 obras de mulheres de todo o país que questionam a objetificação do corpo feminino. A coletiva pode ser visitada até 25 de fevereiro.

–  Utilizo nas minhas obras diversas técnicas, sempre  abordando a temática indígena como parte do mundo contemporâneo. – explica a artista, que expõe as telas “Meruka” e “Mulheres Xicrin”.

 

Posts recentes

‘Temos uma sociedade muito careta’

Prestes a estrear cinebiografia de Ney Matogrosso, Jesuíta Barbosa conta como criou seu personagem, fala sobre visibilidade e sexualidade e comenta os remakes na TV

Detalhes de um processo

O advogado Eurico Teles lança livro em que detalha um dos mais importantes casos de recuperação judicial do país

Rainhas eternas

Rita Lee e Marília Pêra são homenageadas em filmes que abrem festival que acontece concomitantemente no Rio e em São Paulo