‘Virada na minha trajetória’

janeiro 6, 2026

Margareth Menezes fala sobre os 25 anos de “Maga Afropopbrasileiro”, que terá show com blocos em Salvador

Vinte e cinco anos representam uma bela trajetória. E nada mais justo do que uma celebração à altura. Margareth Menezes `vai revisitar um dos marcos mais importantes de sua carreira ao comemorar o aniversário de “Maga Afropopbrasileiro”, álbum lançado em 2001. O projeto não apenas apresentou ao grande público o sucesso “Dandalunda” como também consolidou o Movimento Afropopbrasileiro.

Para marcar a data, a artista promove no dia 31 deste mês, no Candyall Guetho Square, em Salvador(BA), o show especial “Maga Convida”, reunindo sete blocos afros que são fundamentais nessa história: Olodum, Ilê Aiyê, Cortejo Afro, Filhos de Gandhy, Banda Didá, Muzenza e Malê Debalê.

— “Maga Afropopbrasileiro” é um disco que marcou uma virada na minha trajetória. Celebrar seus 25 anos ao lado dos blocos afros, que são pilares desse movimento e estiveram comigo desde o início, é reafirmar a força coletiva que deu origem ao afropopbrasileiro. Esse encontro é mais que um show, é uma celebração da nossa história em comum, um reencontro com a força que nos trouxe até aqui — destaca Margareth.

Sexto álbum da carreira da cantora, “Maga Afropopbrasileiro” foi produzido por Carlinhos Brown e Alê Siqueira e reúne 11 faixas. Além do hit “Dandalunda”, o disco traz participações de Daniela Mercury e Ivete Sangalo em “Cai dentro”, composição de Baden Powell (1937-2000) e Paulo César Pinheiro, e passeia por canções autorais como “Pelo mar lhe mando flor”, “Preciso”, “Despertar” (Preconceito de cor) e “Moderninha”. O álbum também inclui composições de Belchior (1946-2017), Lenine e Zeca Baleiro.

Crédito da imagem: divulgação

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