Marisa Monte não é uma artista de shows, mas de espetáculos. De grandes espetáculos, melhor dizendo. E cada apresentação é uma experiência memorável para o público. E, do alto de 36 anos de carreira fonográfica, a cantora vai sair pela primeira vez sair em turnê acompanhada por seus músicos e… por uma orquestra sinfônica. E no caso, uma grande orquestra, formada exclusivamente para a turnê por 55 integrantes, sob a batuta de André Bachur.
– Ao longo dos anos, tive algumas chances de cantar com orquestras, tanto no Brasil quanto no exterior. Foram experiências extraordinárias, emocionantes e inesquecíveis. A interação entre os músicos no palco, a complexidade dos arranjos e a combinação de técnica com a emoção fizeram desses concertos experiências verdadeiramente mágicas – celebra a artista, que terá Dadi Carvalho (violão e guitarra), Alberto Continentino (baixo), Pupillo (bateria) e Pedrinho da Serrinha (percussões) na banda de base.
A turnê de “Phonica” passará inicialmente por seis capitais brasileiras, sendo três delas no Sudeste do país e duas no Sul. A tour começa por Belo Horizonte (MG), onde, no dia 18 de outubro, Marisa apresenta-se no Parque Ecológico da Pampulha, fechando a tampa por Porto Alegre (RS), no dia 06 de dezembro, quando a cantora apresenta-se no Parque Harmonia.
Entre as duas datas, ao longo do mês de novembro, as apresentações seguem pelo Rio de Janeiro (01/11,na Brava Arena Jockey), São Paulo (08/11 no Ibirapuera), Curitiba (15/11, Pedreira Paulo Leminski) e por Brasília, com apresentação marcada no gramado do Eixo Cultural Ibero-Americano no dia 29 do mesmo mês.
– Para a série especial de seis shows da Phonica, em parceria com o maestro André Bachur, que me acompanhou no concerto de comemoração dos 90 anos da USP, selecionamos músicos virtuosos das melhores orquestras do país – explica a rainha pop destacando a sonoridade que resultará desse encontro: – Juntamente com minha banda, unimos o popular ao erudito para interpretar clássicos, criando mais uma experiência transcendental.
E a experiência tem mesmo tudo para ser transcendental em se tratando de uma artista que prima pelo rigor, pelo talento e pelo bom gosto. Ou alguém ainda duvida disso?
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Leo Aversa (imagem)





