Presente duplo

fevereiro 20, 2026

Obras de Burle Marx guardadas há mais de duas décadas marcam abertura de galeria no Rio de Janeiro

Um tesouro há muito (a)guardado. Assim pode ser definido o conjunto de gravuras de Roberto Burle Marx (1909-1994) exposto no Rio de Janeiro. As 138 obras, provenientes do espólio do artista e paisagista, ficaram guardadas por pouco mais de 20 anos e podem ser vistas agora na cidade.

Esse precioso acervo compõe “Aos quatro ventos”, exposição que marcou, na noite da última quinta-feira (19), a abertura da sede carioca da Blombô, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro.

E a inauguração, que contou ainda com leilão realizado de forma remota, foi prestigiada por alguns dos mais importantes colecionadores, galeristas e curadores de arte do país. Vanda Klabin, Maneco Müller e a escultora Mônica Vilela foram apenas alguns dos nomes recebidos por Lizandra Alvim e por Daniel Rebouço, sócios no empreendimento.

Crédito das imagens: Miguel Sá

Daniel Rebouço e Lizandra Alvim
Vanda Klabin e Monica Villella
Maneco Muller e Stella Ramos
Maria Ferro e Victor Catani

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