Nômade e inventiva

setembro 26, 2025

Beatriz Milhazes reúne figuras notáveis em abertura concorrida de mostra na Casa Roberto Marinho, no Rio de Janeiro

Nem os janelões do primeiro andar escaparam. E isso era esperado em se tratando da artista inventiva que é Beatriz Milhazes. Inventiva e nômade, uma vez que sua arte ganhou o mundo. E, não à toa, sua mais nova mostra no Rio de Janeiro ganhou o título de “Pinturas nômades”.

É com elas que Beatriz aporta na Casa Roberto Marinho, no Cosme Velho, no que pode ser chamado com total segurança de uma ocupação já que, como dito, até os vidros das janelas ganharam intervenções  – e não só eles.

As paredes, sobretudo. A exposição traz pela primeira vez no país obras desenvolvidas para mostras no exterior. Estão lá desde telas em grandes proporções, exibidas recentemente na Bienal de Veneza, a projetos arquitetônicos (isso mesmo) desenvolvidos pela artista na Europa, Ásia e nas Américas.

Beatriz e o sempre intrépido Lauro Cavalcanti, curador da mostra, brindam ainda o público com um trabalho inédito da artista em tapeçaria e, claro, com telas produzidas de 2007 aos dias de hoje.

E muita gente bacana prestigiou, na última quinta-feira (25), a abertura. A família Marinho fez-se presente com dois de seus representantes: o empresário João Roberto Marinho, acompanhado pela mulher, Gisela, e Roberto Marinho Neto, acompanhado também por sua esposa,a atriz Fiorela Mattheis.

O vaivém foi grande como mostram as fotos – e elas não mentem.

Crédito das imagens: Selmy Yassuda

 

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