Publicado originalmente em inglês e editado pela Duke University Press, “Dissident Practices: Brazilian Women Artists, 1960s-2020s” ganha merecidamente uma edição em português. O estudo, a cargo de Claudia Calirman, historiadora e professora na John Jay College of Criminal Justice (CUNY), sai por aqui pela sempre caprichosa Edições Pinakotheke.
E o lançamento de “Práticas dissidentes – Artistas contemporâneas brasileiras” (agora sim) reuniu, na noite da última terça-feira (02), algumas das mais importantes artistas plásticas brasileiras não na Pinakotheke Cultural, como de praxe, mas na Janela Livraria, no Jardim Botânico – e a parceria fluiu naquele típico clima descontraído só possível no Rio de Janeiro.
O evento foi prestigiado simplesmente por Anna Bella Geiger, diva máster das nossas artes visuais, e por outros talentos do segmento como Beth Jobim, Gabriela Machado, Esther Bonder e Ana Holck.
A noite marcou também o reaparecimento da querida artista Niura Bellavinha, que voltou a viver no Rio senão em definitivo (nada é assim com ela afinal) ao menos por ora. E o tempo não passou para ela, ainda mais linda num estilo Susan Sontag (1933-2004)
E vamos com mais um pouquinho de name dropping? O agito foi prestigiado ainda pela cineasta Sandra Kogut e pelos jornalistas Lu Lacerda e Zé Ronaldo Müller. E acabou —pasmem! — em… pizza, com parte dos presentes esticando na Braz ou na Capricciosa (ah, danados…), vizinhas à livraria.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Marco Rodrigues (imagens)














