Quando o assunto é mercado de luxo, ele entende – e muito — do riscado. A ponto de, a cada vez que vem à público tratar do assunto, atrair um público seleto – seletíssimo, melhor dizendo. E assim se deu na Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), onde, na manhã desta segunda-feira (04), Carlos Ferreirinha falou sobre o segmento como vetor para o desenvolvimento econômico.
Quando o chamado quiet luxury dá as cartas, o CEO da MCF Consultoria reuniu empresários, investidores e empreendedores que disputaram os ingressos como frascos d’água no deserto, numa prova de que a credibilidade de Ferreira vai muito bem, obrigado.
– O Rio precisa transformar vocação em estratégia – ponderou ele, para quem o potencial da cidade para o segmento ainda é pouco explorado: – O turista de luxo viaja por desejo e busca experiências únicas.. Luxo não é ostentação.
Ao fim do encontro, promovida pelo Conselho Empresarial da Mulher no Ambiente de Negócios, presidido por Michelle Novaes, Ferreirinha desafiou os presentes a ousarem.
– O Rio não precisa se reinventar. Já é desejado, já é global no imaginário. Falta coragem para reposicioná-lo como cidade da excelência e da rentabilidade.
Em tempos de TPT (Tensão pré-Tarifaço),resta aguardar quem fará o primeiro movimento neste tabuleiro…
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Miguel Sá (imagens)










