
Foi o que podemos chamar de um fechamento com chave de ouro. E o ouro, em questão, não é de tolo – não mesmo. Foi assim que o cantor e compositor Vitor Ramil encerrou sua participação no Terças no Ipanema, que, com curadoria da sempre competente Flávia Souza Lima, voltou a promover temporadas de shows musicais n agora Teatro Ipanema Rubens Corrêa.
O artista apresentou pela primeira vez no Rio de Janeiro, como antecipado aqui, as canções de seu trabalho mais recente, “Mantra concreto”, cujas canções foram criadas a partir de versos de Paulo Leminski (1944-1989).
E quem subiu ao palco para uma participação especialíssima foi Adriana Calcanhotto, conterrânea do artista. Os dois cantaram juntos “Viajei” e “Estrela, estrela”, esta lançada originalmente por Gal Costa (1945-2023) no LP “Fantasia” (1981) e returbinada por Adrix na sua versão Partimpim.
E a família do compositor fez-se presente. Seus dois irmãos, Kleiton e Kledir, que lhe abriram caminho na música, foram prestigiá-lo com suas respectivas mulheres e filhotes.
Pintaram também por lá Roberto Frejat e a cantora Kátia Bronstein, que mataram as saudades do compositor, que ainda brindou o público com temas de projetos anteriores como “Astronauta lírico” e “Foi no mês que vem”.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto), Gabriel Sinuê (imagem alto) e Ariel Cavotti (imagem palco)






