A relação entre arte, identidade brasileira e cenário internacional ganhou um novo espaço no Rio de Janeiro. O Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI) inaugurou, na Gávea, Zona Sul da cidade, o CEBRI Cultural. E duas exposições marcaram a abertura do núcleo: “As Bárbaras”, de Cláudia Jaguaribe, e “A natureza reimaginada”, de Raul Mourão.
A inauguração, que aconteceu na última segunda-feira (19), reuniu nomes como Patricia Quentel, Vanda Klabin, Betty Gofman, Isabela Capeto, entre outras personalidades.
— Com o CEBRI Cultural, queremos ampliar o diálogo com a sociedade e integrar a cultura à nossa atuação em geopolítica e relações internacionais, como fazem outros think tanks ao redor do mundo — afirma Julia Dias Leite, diretora-presidente do CEBRI.
E outras novidades estão por vir no local, que terá uma agenda continuada de ações culturais. Em breve será aberto o Memória Oral da Diplomacia, que reunirá seis décadas de política externa em depoimentos de Celso Lafer, Rubens Ricupero e outros embaixadores.
Créditos: Bruno Nunes (texto) e Cristina Lacerda (imagens)
















