Com o histórico Cine Odeon, no Rio de Janeiro, lotado, a noite de abertura do Festival de Cinema Francês do Brasil, quinta-feira (27), contou com a presença de uma das maiores atrizes da cena francesa, Isabelle Huppert, que desembarcou na cidade especialmente para o evento. A festa teve ainda com a presença das diretoras Fabienne Godet e Valérie Donzelli, os diretores Victor Rodenbach e Jean-Claude Barny, e os atores Bastien Bouillon e Salif Cissé. Entre os muitos convidados, estiveram presentes os cineastas Lúcia Murat, Sandra Kogut, Marcelo Gomes, Lirio Ferreira e Bruno Barreto, a produtora Lucy Barreto, e as atrizes Letícia Spiller e Mariana Goldfarb. O ator Gregório Duvivier foi o apresentador do evento ao lado de Emmanuelle Boudier, codiretora do festival.
O filme escolhido para inaugurar o festival foi ‘A Mulher Mais Rica do Mundo‘ (La Femme la plus Riche du Monde), dirigido por Thierry Klifa e protagonizado por Huppert. A trama mergulha na dinâmica complexa entre uma mulher rica e influente e um fotógrafo ambicioso.
– Obrigado a todos os envolvidos por tornarem esse intercâmbio possível – agradecei Letícia Spiller.
Entre as produções que poderão ser vistas no festival estão obras de diretores consagrados como ‘O Estrangeiro’, de François Ozon e ‘Jovens Mães’, dos irmãos Jean-Pierre e Luc Dardenne; de cineastas reconhecidos como ‘Vizinhos Bárbaros’, de Julie Delpy; ‘Mãos à Obra’, de Valérie Donzelli – vencedor do prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Veneza 2025; ‘O Apego’, de Carine Tardieu e ’13 Dias, 13 Noites’, de Martin Bourboulon. O festival segue até 10 de dezembro.
Codiretor do festival, Christian Boudier destacou a relevância do evento diante do atual cenário geopolítico global:
– Nesses tempos de crises políticas, guerras e conflitos, que nos desafiam todos os dias, esperamos que os filmes da seleção possam abrir perspectivas, levantar questões e, talvez, trazer respostas – afirmou.
– Seja de forma leve ou mais séria, nosso objetivo é criar oportunidades de intercâmbio e participar de uma sociedade democrática por meio da experiência cinematográfica em comum – completou Emmanuelle.
Crédito das imagens: Jean Uchoa e reprodução/instagram










