Duo de talentos

setembro 10, 2025

Personalidades prestigiam mostras de dois artistas da nova geração abertas no Rio de Janeiro

São dois artistas visuais diferentes – cada qual com seu estilo –, mas de resultados sensíveis e pungentes. Um é mais minimalista; o outro, opulento. Enquanto um é mais cinéreo; o outro é multicolorido. Estamos falando de Lucas Rubly e Willy Reuter,artistas da nova geração que merecem – e muito – nossa atenção.

O primeiro e o segundo ocupam a Artur Fidalgo Galeria, no Rio de Janeiro, respectivamente com as mostras “A opacidade do mundo” e com “O engano do olhar”, ambas com curadoria da sempre competente Vanda Klabin. E o que ambas as mostras provocaram, na noite da última terça (09), nada teve de engano, mas uma festa para o olhar.

E muita gente bacana prestigiou a abertura. Willy vem a ser irmão de Frederico Reuter, o  Fred, ator que brilha em musicais, e o vernissage contou também por isso com nomes do segmento como o ator e diretor Miguel Falabella, a cantriz Zezé Polessa e Claudio Tovar, talento das artes visuais e eterno Dzi Croquette.

E como um convite de Vandinha é uma intimação, o Rio elegante foi muito bem representado por Sueli e Ricardo Stambowsky, Ana de Paula; Pedro Guimarães e Nando Grabowsky e pelo colecionador de arte Luiz Carlos Ritter.

E bastou Mark Neumann chegar à galeria para uma antiga canção de Marina Lima voltar às cabeças e ser cantarolada a bocca chiusa: “Quem é esse rapaz?”…

O Rio tem dessas coisas. E resta-nos agradecer por elas.

Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e Vera Donato (imagens)

 

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