Ele já foi Quinho e, sob essa alcunha, realizou coisas bacanas como um tributo a Marina Lima, concretizado no EP “Quinho canta Marina”, e o álbum “Centelha”, lançado em 2022. O nome artístico mudou. Agora é Quinhones e, como tal, ele continua fazendo coisas bacanas.
Um deles é um merecido tributo a Jorge Mautner, um dos baluartes da vanguarda que agitou a Geleia Geral Brasileira nos anos 1970. O autor de “Chuva Princesa” é celebrado pelo jovem cantor no show “Doce Dionísio”. A primeira apresentação do projeto acontece no Manouche, no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (15), dois dias antes de o homenageado completar 85 primaveras.
A apresentação contará com a participação mais do que especial de Letrux – ela que, mais do que a Mulher-Girafa é a própria a Mulher-Vanguarda. E o roteiro terá obras-primas compostas por Mautner juntamente com Nelson Jacobina (1953-2012) como “Vampiro”, lançada originalmente por Caetano Veloso, e “Lágrimas negras”, imortalizada por Gal Costa (1945-2022) em 1974.
Sim, belezas são coisas acesas por dentro.
Créditos: Christovam de Chevalier (texto) e divulgação (imagem)





