Empatia é com ele mesmo. Em meio ao cenário crítico provocado pelas fortes chuvas que atingiram cidades de Minas Gerais na última semana, o DJ Alok mobilizou-se para ajudar famílias afetadas em Juiz de Fora, Ubá e outras localidades da região. Por meio de seu instituto, foram doadas inicialmente nove toneladas de suprimentos essenciais.
— A solidariedade é o que nos move e, nesses momentos, a gente procura contribuir com uma assistência que chegue de forma imediata às famílias que perderam tudo — explica o DJ, célebre pelo engajamento em causas como as relacionadas aos povos originários do Brasil.
A carga, destinada à Ação da Cidadania, inclui alimentos não perecíveis, água potável, itens de higiene pessoal, produtos de limpeza e materiais de primeira necessidade. A seleção dos itens foi feita a partir das demandas mais urgentes apontadas pela Defesa Civil municipal e por organizações que atuam diretamente no território. A parceria é celebrada pelo diretor executivo da ONG, Kiko Afonso:
— A Ação da Cidadania está presente nas emergências que atingem Minas Gerais, especialmente em Juiz de Fora, Ubá e toda a região, distribuindo alimentos e apoio essencial à população. Queremos expressar nossa profunda gratidão ao Instituto Alok, um grande e histórico parceiro, que foi uma das primeiras organizações a contribuir, enviando uma carreta com mais de nove toneladas de alimentos, materiais de higiene e limpeza. A carga já está sendo distribuída às famílias atendidas por nossa operação no local.
Além dos suprimentos, o Instituto Alok uniu forças com a Central Única das Favelas (CUFA) e a empresa WAP para enviar máquinas de jato de alta pressão à região. O objetivo é auxiliar na limpeza de ruas, casas e prédios atingidos. Voluntários da CUFA serão treinados para operar os equipamentos, e a entidade também receberá suprimentos para ampliar a rede de doações.
— Nossa missão em Minas Gerais é ser o suporte que a população precisa para se reerguer. Com a parceria do Instituto Alok e da WAP, estamos unindo doação de suprimentos com ferramentas de trabalho. A CUFA está no chão da favela treinando pessoas e limpando casas, provando que a união entre artistas, empresas e território é o único caminho para superar tragédias climáticas com agilidade — diz Marciele Delduque, presidente da CUFA Minas Gerais.





