Sabrina Sato entrou de cabeça na campanha contra o estigma associado a pessoas com o diagnóstico de Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH). A apresentadora, diagnosticada com o TDAH na adolescência, relembrou a infância, os julgamentos que recebeu ao longo dos anos e refletiu sobre a diferença entre compreender uma condição e transformar alguém em um rótulo.
“Quando a banalização do TDAH cria rótulos, ela invisibiliza pessoas, convivências, valores e potenciais que não podem ser reduzidos a estereótipos. Está na hora de mudar esse olhar”, afirmou Sabrina em publicação compartilhada neste sábado (20) em uma rede social.
Na legenda, a apresentadora recordou algumas das classificações que ouviu durante a juventude. “Recebi muitos rótulos: desatenta, esquecida, bagunceira, atrasada”, escreveu.
Sabrina também destacou a importância de distinguir diagnóstico e identidade. Para ela, compreender uma condição pode ser uma ferramenta de autoconhecimento, mas não deve servir para limitar as pessoas.
“Com o tempo, aprendi uma coisa importante: nomear é diferente de rotular. Nomear ajuda a entender. Rotular limita. Hoje sei que não sou os rótulos que recebi ao longo da vida. Sou muito mais do que eles. E quando a gente se conhece, se acolhe e se cuida, a vida fica mais leve”, refletiu.
Créditos: Bruno Nunes (texto) e reprodução / Internet (imagem)





