Selton Mello segue com tudo em sua carreira no cinema internacional. O ator vai estrelar “Zero K”, novo longa do cineasta Michael Almereyda, conhecido por filmes como “Hamlet” e “Tesla”. O projeto é inspirado no romance homônimo do escritor Don DeLillo.
Além do artista brasileiro, o elenco reúne nomes como Britt Lower, destaque da série “Ruptura”, Caleb Landry Jones, de “Corra” e “Nitram”, Inga Ibsdotter Lilleaas, de “Valor sentimental”, e Peter Sarsgaard, de “A filha perdida” e “A noiva”.
— Muitas são as motivações para fazer parte de “Zero K”. Michael Almereyda é parte afetiva da minha construção cinematográfica por conta de sua memorável adaptação de “Hamlet” com Ethan Hawke. Sempre uma alegria retomar a parceria vitoriosa com Rodrigo Teixeira (produtor), que nasceu em “O cheiro do ralo” e culminou no tão sonhado Oscar com “Ainda estou aqui”. Trabalhar ao lado de atores que admiro tanto é sempre uma grande alegria e aprendizado — comenta Selton.
A trama acompanha um bilionário da tecnologia que prepara a esposa em estado terminal para um processo de preservação criogênica em uma instalação médica futurista, enquanto o filho distante tenta reorganizar a própria vida. Entre ficção científica e drama existencial, o filme discute temas como morte, tecnologia e a promessa de uma vida artificialmente prolongada.
O momento internacional de Selton vem ganhando novos capítulos nos últimos dois anos. O ator emocionou o público ao interpretar Rubens Paiva (1929-1971) em “Ainda estou aqui”, de Walter Salles, vencedor do Oscar de Melhor Filme Internacional, e também chamou atenção em “Anaconda”, dirigido por Tom Gormican, ao lado de Jack Black e Paul Rudd.
Neste ano, ele também protagonizou e coproduziu “Eu não sei quem fui”, dirigido por João Paulo Miranda Maria, em Paris, além de se preparar para sua estreia em língua espanhola com “La perra”, longa de Dominga Sotomayor, selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes.
— Sigo trilhando um caminho novo na minha trajetória, experimentando meu ofício em outras línguas e culturas. Isto tudo tem sido bastante estimulante — completa.
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