As primeiras edições acontecem nos dias 14 e 21 de maio, no Vida Dura Galeria, no Centro do Rio, e também no Centro da Música Carioca Artur da Távola na Tijuca, Zona Norte da cidade. A ideia é transformar cada apresentação em um espaço de experimentação sonora e conexão entre artistas convidados e público.
— Mais do que um show, o QG do Gaboardi é um espaço de encontro, troca e fortalecimento da música preta independente. É sobre criar conexões reais entre artistas, público e território através da música, da oralidade e da vivência coletiva. O projeto nasce da vontade de valorizar a cultura produzida nas periferias e mostrar que a música também é ferramenta de expressão, resistência e construção de futuro. O QG é energia, identidade e movimento — afirma o cantor.
O nome de Gaboardi já circula por diferentes frentes da música brasileira. O artista tem composições gravadas por Ludmilla e Dennis DJ, além de ter integrado o projeto de novos compositores idealizado por Marcelo D2.
Na estreia, ele divide o palco com Serour, tecladista e produtor musical que já trabalhou com Xamã, Marina Sena e Agnes Nunes, além de Marcelinho, cantor e compositor que transita entre MPB, samba, pop e reggae. Os intervalos ficam por conta de Samuca DJ, representante do funk carioca que já dividiu cena com Tati Quebra Barraco, MC Koringa e Mr. Catra. Já no encontro do dia 21, Marcelinho retorna para mais uma participação ao lado do artista.
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