Manifestações genuínas

maio 7, 2026

Autoridades prestigiam mostra que celebra, no Rio de Janeiro, a arte dos povos originários das Américas

A arte dos povos originários resiste — e segue reivindicando espaço dentro das principais instituições culturais do país. É esse movimento que guia a exposição “Eu chorei rios: arte dos povos originários da América”. Com curadoria de Glicéria Tupinambá e Paulo Herkenhoff, a mostra propõe um olhar ampliado a produções de  indígenas latino-americanos.

Autoridades como o governador interino do Rio de Janeiro, o desembargador  Ricardo Couto, o prefeito da cidade, Eduardo Cavaliere, e o secretário municipal de Cultura, Lucas Padilha,  estiveram na sede da Fundação Getúlio Vargas (FGV), em Botafogo, Zona Sul da cidade, onde a mostra foi inaugurada na noite da última quarta-feira (06).

As artes visuais foram representadas por nomes como Luiz Pizarro, Antonio Bokel, Xico Chaves e Raquel Saliba. A mostra reúne pinturas, fotografias, esculturas e instalações, entre outras obras,  de nomes como Daiara Tukano, Yaka Edilene Sales e Huni Kuin, entre outros.

Crédito das imagens: Cristina Granato

Sidnei Gonzalez, Lucas Padilha, Eduardo Cavaliere e Carlos Ivan Simonsen Leal
Os curadores Paulo Herkenhoff e Glicéria Tupinambá
Mateu Velasco, Antonio Bokel e Matheus Mestiço
A DJ Cris Panttoja
Elton Leme, Ricardo Couto, Martha Simonsen Leal, Sidnei Gonzalez e Cristina Pernambuco
Raquel Saliba e Xico Chaves
Xadalu Tupã Jekupé e Walter Riedweg
Leila Scaf e Luiz Pizarro

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