Como na vida real

março 17, 2022

Versão de 'Naked boys singing' em cartaz no Rio tem na diversidade e na imperfeição seus diferenciais das 22 montagens pelo mundo

A versão brasileira do musical “Naked boys singing”, sucesso no circuito Off-Broadway de Nova York, promove sessão para convidados (muitos deles da classe artística) nesta sexta (18), no Teatro Claro, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. O evento promete atrair muitos famosos,  ávidos por conferir a montagem, cujo elenco – formado por 11 atores-cantores –  se apresenta como veio ao mundo.

A encenação, que chega ao Rio após cumprir temporada em São Paulo, sempre com casa lotada, traz peculiaridades que a diferem das adotadas em 22 países mundo afora.

Rodrigo Alfer, diretor geral do espetáculo, quis fugir do padrão adotado no exterior, cujos elencos eram majoritariamente formados por atores brancos e com corpos perfeitos.

– Quis fazer a montagem com um elenco diversificado em corpos, gênero e origens, com atores do Sul e do Norte do país – entrega Alfer ao NEW MAG, chamando atenção para a importância da diversidade e do debate sobre o tema:  – O intuito é mostrar que somos plurais e belos e gerar, assim, um debate social.

O elenco carioca traz duas mudanças em relação ao paulista, e justo envolvendo dois xarás. Os atores Rodrigo Serphan (de “60! Década de arromba”) e Rodrigo Naice (Porta dos Fundos) substituem Raphael Vasconcelos e Luan Carvalho, respectivamente.

 

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